Buriti
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Sobre a Buriti

Uma empresa que trabalha no ritmo das pessoas, não da tecnologia

A Buriti foi criada para acompanhar donos de pequenos negócios que querem entender o que a IA pode fazer por eles — sem pressa, sem promessas exageradas e sem jargões desnecessários.

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Como a Buriti começou

A Buriti surgiu de uma percepção simples: muitos donos de pequenos negócios em Fortaleza ouviam falar de inteligência artificial, mas não encontravam ninguém disposto a sentar com eles e explicar o que aquilo significava para a padaria deles, o salão de beleza deles, o escritório de contabilidade deles.

Fundada em 2022, a empresa nasceu da experiência prática de profissionais que trabalharam em tecnologia e perceberam que o problema não era a falta de ferramentas, mas a falta de tradução. Quem já tinha acesso à IA não precisava de mais uma plataforma — precisava de alguém que entendesse o negócio antes de recomendar qualquer coisa.

O nome veio do buriti, a palmeira típica do cerrado brasileiro que cresce com consistência em solos difíceis, oferece sombra e frutos ao longo do tempo. É uma imagem que nos parece honesta: crescimento que demanda cuidado, não velocidade.

O que nos orienta

Acreditamos que a tecnologia serve ao negócio, não o contrário. Nossa missão é ajudar pequenos empresários a identificar onde a automação e a inteligência artificial podem poupar tempo real — sem criar dependências novas ou problemas que não existiam antes.

Isso significa ser honestos quando uma ferramenta não vale o custo. Significa explicar os riscos junto com os benefícios. Significa não empurrar uma solução complexa quando uma planilha bem organizada já resolveria.

Transparência sobre o que a IA consegue e o que não consegue fazer hoje
Propostas dimensionadas para o porte e o momento do seu negócio
Acompanhamento que termina quando você não precisar mais de nós

Pessoas por trás do trabalho

RC

Rafael Cordeiro

Fundador · Consultor Principal

Trabalhou por oito anos em projetos de automação para médias empresas antes de decidir focar em quem mais precisava de apoio: os pequenos negócios que não tinham um departamento de TI para consultar.

TA

Tatiane Albuquerque

Analista de Processos

Especialista em mapear rotinas operacionais e identificar onde a automação tem impacto real. Antes da Buriti, trabalhou com consultoria de processos para o varejo cearense.

BM

Bruno Mesquita

Especialista em IA Aplicada

Pesquisador com pós-graduação em ciência de dados, responsável por avaliar e recomendar as ferramentas com base em critérios técnicos e no perfil de cada cliente.

Padrões que orientam cada projeto

Diagnóstico antes da recomendação

Não propomos ferramentas sem entender o contexto. Toda proposta começa com perguntas sobre o negócio, não sobre a tecnologia.

Escopo documentado por escrito

Cada etapa do trabalho é descrita antes de começar. O cliente sabe o que está sendo feito, quanto tempo leva e o que está incluído no valor.

Proteção de dados do negócio

Informações compartilhadas conosco são tratadas com discrição. Seguimos a LGPD e explicamos o que cada ferramenta acessa antes de qualquer integração.

Sem pressão de venda

Se após a Avaliação Inicial a conclusão for que nenhuma ferramenta de IA faz sentido agora, dizemos isso. Não existe proposta de continuidade automática.

Revisão periódica do plano

O que faz sentido hoje pode não fazer sentido em seis meses. Revisamos periodicamente o que está sendo usado e ajustamos conforme o negócio evolui.

Formação contínua

Nossa equipe acompanha as mudanças no campo de IA aplicada. Avaliamos novas ferramentas regularmente para garantir que as recomendações sejam atuais e pertinentes.

O que acreditamos sobre IA e pequenos negócios

A inteligência artificial virou tema de conversa em praticamente todos os setores. Para pequenas empresas, isso costuma criar uma sensação desconfortável: a impressão de que é preciso entrar logo nessa onda, sem saber muito bem o que isso significa na prática.

Na Buriti, vemos esse cenário de outra forma. Ferramentas de IA são úteis quando reduzem um trabalho real que custa tempo ou dinheiro ao negócio. Não são úteis quando são adotadas porque todo mundo está adotando. A diferença entre esses dois cenários é o tipo de conversa que propomos ter.

Pequenas empresas têm uma vantagem que muitas corporações não têm: a decisão é rápida, o dono conhece cada parte do negócio e o impacto de qualquer mudança é visível em pouco tempo. Isso torna a consultoria mais direta e os resultados mais claros de avaliar.

Nossa perspectiva é que o papel de uma consultoria responsável é ajudar o cliente a tomar decisões com mais informação — não tomar as decisões por ele. Quando terminamos um projeto, queremos que o dono do negócio entenda o que foi feito e por quê, e que possa manter e adaptar o que implementamos sem depender de nós indefinidamente.

Quer conhecer melhor como trabalhamos?

Uma conversa inicial é o melhor jeito de entender se faz sentido seguirmos juntos. Sem compromisso e sem formulários longos — só uma troca honesta.

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